domingo, 7 de março de 2010

Pois bem, que seja doce então!!!


Para começo de história, não tenho muita ideia do que eu vou retratar aqui. Estas linhas não são mais do que aquela velha necessidade de escrever , que quando aperta, acaba me sufocando se não coloco pra fora. Necessidade essa, que faz com que me sinta mais leve nos momentos de tensão.Que me dá asas naqueles momentos da vida em que tudo parece ganhar cor, um sabor diferente. Confesso que hoje não sei para que lado a escrita vai me levar, mas se eu começar a devanear, por favor perdoem-me. Eu não sei o que estou querendo dizer.



Durante os dias continuo dividindo meu tempo com o curso de inglês, procurando por emprego, e minhas aulas de pós-graduação aos sábados. Tudo muito simples, tranquilo, longe daquela loucura diária dos tempos da faculdade. Tudo muito normal, até meio entediante. Não escondo. Mas parece que quando estamos assim, de bobeira, vivendo nossos dias bem quietinhos, aparece alguma coisa para tirar nosso sossego. Não, eu não vou falar de problemas. Esses, já temos aos montes. Meu desassossego tem outro nome. É diferente. Tem tem me deixado assim, inquieta. Chegou, se instalou sem permissão, levou minha razão embora, e não disse quando voltava. E agora?




Não posso afirmar com todas as letras que é ruim. Longe disso. O que me assusta é este sorriso abobalhado na cara. Esta falta de concentração, desconcertante, de fazer minhas coisas. São meus pensamentos que tomam forma sem meu consentimento. É curioso. É gostoso. Chega a ser duvidoso. Não sei o que achar. Não sei se devo encarar. Não sei se devo fugir. Minha razão, mais uma vez,me deu tchau, me deixou na mão. Minha insegurança está com a luz de alerta acesa bem na minha cara, e não consigo saber o que fazer. Desistir por medo? Não. Isso é coisa para os fracos, e sendo eu uma pessoa movida por sentimentos dos pés a cabeça, não vai ser agora que eu vou amarelar. Não posso. Jamais. Por mais insano que seja, não deixarei de acreditar no que passei boa parte da minha vida, acreditando. Isso definitivamente não quero pra mim.



Quer saber, cansei. Não vou lutar contra o vento a favor. Se é doce, pois bem. Que seja doce então, como diria o poeta. Pra que contrariar o que está na minha cara? No meu sorriso, no meus olhos. Tenho que parar de seguir o passado, e olhar para o presente.  Vou jogar este medo, que tenho convivido já há algum tempo, na primeira esquina que encontrar. Se o hoje está adocicando meus dias, quem sou eu para não me permitir? Não vai ser fácil, eu sei. Mas quem disse que a vida é fácil? Tentar, de vez em quando é preciso. Se isso me faz bem, vou ali seguir a canção. Arrumar minha casa, vestir meu melhor sorriso e ser feliz. Afinal de contas, não é esta nosso principal objetivo!?

^^
Beijos!








6 comentários:

MandyD disse...

Adorei seu blog! Vou te seguir ;)

Maurinha disse...

Pois é amiga, quem não senti um pouco desse, não sei o que???
Todos passam por um momento "Não sei o que fazer e o que falar". Mas pra uma pessoa que nao sabia o que colocar aqui vez uma otima colocação.

Vamos viver este momento doce em nossas vidas, sem temer.
Vamos nos vestir com tudo que precisamos para ser feliz.


bjoos

Narjara Design disse...

Felicita, eu tentei te add no orkut, mas vc não aceitou... era só para mandar uma montagem que fiz para um cartaz "aula de semiótica", e peguei uma frase do seu blog .

"Aproveitemos mais a tecnologia, como tecnologia e vivamos nossa realidade pois é ela que faz toda a diferença."

Se quiser me manda um e-mail para narjara_judo@hotmail.com

Para mim mandar pra você... coloquei seu nome no cartaz.

JOY disse...

Oii, adoroo ler seu blog, sempre que posso, acho inspirador em alguns aspectos!
Gostei do ost, mas estava dando uma atualizada na minha leitura por aqui e o que gostei mesmo, foi o post anterior "...crises de vinte e poucos"... To nessa crise, sabe quando você faz aniversário e não acredita na idade?
To assim nos 23, magine nos 30?!
Haha
Bjos
se cuida

Ju disse...

Me identifiquei muito com a sua forma de escrever, este verdadeiro impulso q nos leva a escrever como se fosse um grito da alma querendo revelar-se ante o mundo.. COmo disse Quintana uma vez: As vezes a gente pensa que está dizendo bobagens, e na verdade está fazendo poesia!
Eatou Simplesmente encantada com o seu blog!

Tammy disse...

Adorei o texto, tão espontâneo quanto a autora. Não sei se recorda de mim, mas antes frequentemente visitava o seu blog, o meu antigo endereço era: razaocomsensibilidade.blogspot.com. Agora, invisto nesse novo blog o repensar.
Como sempre parabéns
Beijosss
Te sigo